Poema aos Fontanários

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Autoria | Adelino Manuel Martins de Pina

Criado em | .

Estilo poético | Quadras

Nas ruas de Loriga vejo as Fontes
Com puras águas sempre a correr
Foram os brasileiros lá muito longe
Que um dia as mandaram erguer

Puras são as águas que chegam
Para a garganta ali se refrescar
Águas que a todos mata a sede
E que são para sempre de recordar

Fontes de águas cristalinas
Caindo, caindo sem parar
A que sobra segue para a ribeira
Que as leva depois para o mar

Boas águas dos montes altos
Na fonte sempre a correr
Dois tanques ali foram feitos
Para alguma água se não perder

Noite e dia a água caindo
Como uma sinfonia sem fim
Muitas vezes ali eu me chegava
Parecendo música que tocava para mim

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