A Fonte dos Azeiteiros

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Autoria | Adelino Manuel Martins de Pina

Criado em | .

Estilo poético | Versos rimados

I
Fonte do Penedo de Alvoco
Ou Fonte da Casa do Guarda
Mas é a Fonte dos Azeiteiros
Assim antigamente chamada

II
Cada vez que por ali passo
Minha garganta quero refrescar
Saboreando tão boa água
Aproveito para Loriga contemplar

III
Nesta nossa Fonte dos Azeiteiros
A sua água é na verdade vital
Mata a sede a quem passa
Água que parece ser até medicinal

IV
São já noites e dias sem parar
Anos e anos a sua água a correr
Assim conhece-mos esta fonte
Que nos dá sempre água a beber

V
Nesta fonte dos Azeiteiros
Temos ali uma grande riqueza
A sua água é bem preciosa
Também essencial e de grandeza

VI
Água é a chamada seiva da vida
Na verdade mais que essencial
Na fonte deste recanto de Loriga
Há este tesouro bem digno e celestial

VII
Não se precisa ter estudos
Ser um sábio ou ser um génio
Quem provar tão boa a água
Nota logo que tem bom Oxigênio

VIII
Vem boa gente de muitos lados
Ali buscar a água para consigo levar
Podem todos levar com fartura
Como presente a fonte sua água dar

IX
A nossa Fonte dos Azeiteiros
É sem dúvida de enorme riqueza
Água jorrando com abundância
Verdadeiro mistério da Natureza

X
Gerações sem conto ali beberam
Tão boa água fresca e inebriante
Quem dera que por todo o mundo
Houvesse assim água tão refrescante

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