Fábrica da Fonte dos Amores

Fundada em 1856 por Manuel Mendes Freire, Manuel Moura Luís e Abílio Luís Brito Freire, esta fábrica de lanifícios cardava e fiava lã para frises, saragoças e palmilhas. Possuía uma roda hidráulica de madeira com força de 16 cavalos. Em 1899 passou para a firma Leitão & Irmãos e Companhia.

Tinha secções de cardação, de tinturaria e ultimação. Em 1939, foi construída a parte nova, reconstruído o prédio que tinha ardido, e também reconstruída a secção de tinturaria em 1954.

Consumia mensalmente em energia motriz e iluminação 11.477 KVH, equivalente a 6.923$00, ocupando uma área de 2.810 m2. As máquinas que trabalhavam a vapor eram alimentadas por uma caldeira horizontal de vapor, que consumia uma tonelada de lenha por dia de oito horas. Em laboração normal gastava por ano cerca de 70.000 quilos de matérias primas. Fabricava todo o género de artigos cardados, tanto para homens como para senhoras, passando mais tarde a dedicar-se a artigos leves para senhoras, como crepes e popelinas e também fazendas de agasalho para inverno.



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